Na última semana começou o festival Curta Cinema da cidade do Rio. Esse festival internacional é uma mostra de filmes em forma de curtametragens e documentários, separados por gêneros socioculturais e étnicos. Curtas premiados em seus países normalmente são os escolhidos pela excelente curadoria do evento, que nos traz cada ano excelentes surpresas.
Convidados pela produção do evento para estar no festival, nós tivemos boas impressões dessa edição:
* O festival teve grandes surpresas quando se trata de filmes nacionais.
* Os filmes internacionais vieram muito bem indicados, atentando para mostras de filmes africanos.
* Muitas surpresas foram mostradas, mas o cinema de gueto fez muita gente chorar.
* A Mulher Que Não Queria Parar de Beber Suco de Maracujá, da diretora Mariana Kaufman, nos tirou grandes risadas, fora o fato de nos trazer às telas animações psicodélicas exageradas, retratando pensamentos da personagem principal: impagável.
* Muitos filmes internacionais foram exibidos, com grande ênfase para o Sombra, que retrata um fascínio de um homem por uma mulher, mostrando que pode-se fazer de tudo pelo seu grande amor.
Não vi todos os curtas que queria, mas em breve verei e deixarei as minhas impressões aqui.
O Curta Cinema acaba hoje, mas a saudade já é grande, pois eventos como esse ajudam a fomentar o cenário do Rio de Janeiro para a produção independente, de guerrilha e de baixo orçamento. Dá pra fazer muita coisa boa, mas precisamos de investimentos.
Espero por mais convites desse tipo e que o cinema deixe de respirar por meio de aparelhos e ganhe sobrevida em breve.
Pra cima deles, cinema nacional de curtametragens e documentários!!!
Ahhhh... impressões sobre a festinha na Foxfobox, após a noite de abertura, eu deixarei para um outro momento: Que noite!!!
Até.
BubRei



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